sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Ode ao insulto fora-de-hora

A vida tem destas coisas, quando pensamos que já não há forma de sermos insultados no trabalho, chega-nos uma tipinha que ganha o triplo que qualquer um de nós no meu departamento e desata numa diarreia mental, proferindo um bando de asneiras, apontando-nos o dedo, quando não fomos nós a sermos os incompetentes. Mas não interessa, não é minha querida senhora que "não ganha para se chatear a uma sexta-feira", mas que pode insultar e chatear os outros! O que interessa é que nós já temos as costas bem largas e sabemo-nos defender!


Muito bom fim-de-semana.

 

sábado, 17 de Outubro de 2009

Ode à brincadeirinha brasileira...

Isto é só uma pequena nota: eu quero é que a Maitê se fo... e leve com a brincadeirinha no seu traseiro e que não volte da sua maravilhosa terra para visitiar o país que tanto desprezou. 

Sim, o "paiszeco" que colonizou aquele buraco sem fundo de que a sua maioria são iletrados, ignorantes, criminosos, incultos, que julgam que lá porque acordam a batucar em tudo o que é tambor ou mesa de cozinha, são génios da música, da dança e da alegria! Seus ignóbeis boçais! 

Se na realidade o vosso país fosse assim tão bom não vinham para cá na primeira oportunidade que têm, não é? E que dizer do acordo ortográfico que nós tivemos de gramar para que esses tipos que mal sabem falar português, conseguissem dar sentido ao que falam, mutilando a língua de Camões?! Sim, porque aqui os "portugas" são, hoje em dia, de tão brandos costumes que aturam todo o tipo de desaforos destes gajos e put... brasileiras, para depois nos chamarem de esquisitos! Sim, nisso concordo contigo, minha rameira, porque só um povo muito esquisito é que tolera os vossos abusos!  

Só espero é que tenhas a audácia de voltar cá, para que eu possa escarrar-te nessa cara, mas não é uma cuspidela qualquer, é uma bem à moda do povo português, bem grossa, verdosa, vinda bem cá das profundezas!

Mas é claro que não te vais ofender, não é minha ordinária, porque afinal é só uma "brincadeirinha"!

Saudações lusitanas.

domingo, 4 de Outubro de 2009

"quem não tem cão caça com gato"

Esta frase dá muito em que pensar, senão vejamos:
  • não tens cão, mas o teu gato morde tão ferozmente como um cão e sim deixa marcas, porque não só morde como agarra os teus membros inferiores e superiores com as suas garras afiadas como se não houvesse amanhã; 
  • um cão corre atrás de ti e ladra quando te vai atacar, um gato chega de mansinho, faz os olhinhos mais queridos do mundo e tão ou mais rápido do que o pensamento e silenciosamente ataca-te sem dares por isso;
  • um cão é treinado para caçar, um gato só pensa em caçar e não são só animais, pessoas, insectos, bonecos, todo o tipo de calçado, almofadas, entre outros objectos animados ou inanimados que possam existir, e ainda o fazem mais energicamente e silenciosamente do que qualquer cão, o que os faz ainda mais temíveis. 
Não vou alongar a lista, até porque ser dona de gatos é algo novo para mim e confesso que fascinante, porque todos os dias ele me espanta com algo totalmente oposto à minha experiência com animais. Mas que ninguém duvide que adoro a sua energia irracional e a meiguice que derrete o coração de qualquer um.


Não vou caçar com um cão, mas acho que não me importaria de levar o meu gato à caça, pois acho que é a sua vocação.



quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

ele é PRETO e chama-se Ziggy!...

Não foi encomendado pela cegonha e nem é humano! Ele é preto, doido, carinhoso, carente, fofinho e chama-se Ziggy!

Aqui ficam as fotos do nosso "filhote":
 
 Não é lindo?!!!!


segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

maldito tempo...

No outro dia apercebi-me que ler é algo que cada vez mais está votado ao esquecimento. É algo comparável a uma ida ao ginásio, "nunca temos tempo"! Será que esse tempo é assim algo tão fugidio? Será que não temos mesmo 5 minutos de descanso que nos dê para folhear um livro ou ler o blogue do amigo ou um jornal mesmo? 

Nessa medida fiquei realmente a pensar na importância que nós temos para nós próprios e do tempo que dispomos para nós. Será que nos estamos a dar tempo suficiente para viver a vida e não simplesmente passar por ela sem nada a acrescentar ao mundo, sem uma mensagem, sem o tempo que merecemos após um dia extenuante de trabalho? Será que o tempo é o culpado ou nós é que não fazemos do tempo aquilo que bem queremos? Afinal não deveria ser ele a decidir o que fazemos da nossa vida, mas sim nós a geri-lo a nosso belo prazer. 


E a minha mensagem é (mesmo para aqueles que não têm tempo de ler): aproveitem o tempo que resta, que pode já não ser muito e vivam em vez de vegetarem em frente ao televisor.


Beijos

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

a verdade da mentira...

Existem vários tipos de pessoas, quer na aparência, quer no carácter, quer na forma como encaram ou não a vida. Existem pessoas tímidas, pessoas extrovertidas, pessoas genuínamente alegres e genuínamente tristes, mas na realidade o que define uma pessoa? Será a sua forma de encarar a vida? Será o modo como se apresenta, fisicamente falando? O que nos define?

Presentemente encontro-me entre a espada e a parede, pois sei que apesar de me considerar uma pessoa forte, perspicaz, decidida, frontal, honesta, manipuladora, por vezes arrogante, impulsiva, mordaz, entre outros adjectivos que me definem, sei que também estou sujeita a ser manipulada, mesmo que conscientemente, e isso enfurece-me! Devido à minha forma de ser, de encarar o mundo, irrito-me com essa possiblidade e irrito-me porque sei que embora não queira ser manipulada, acabo por ceder à sua irrisistível vontade.

Por esta altura vocês interrogam-se: "mas do que raio é que ela está a falar?" Estou a falar do facto de que por algum mistério divino as pessoas vêm ter comigo e desabafam. Não é que eu não aprecie o facto das pessoas terem essa facilidade em abrirem uma janela da sua alma para mim e de me deixarem espreitar... gosto que confiem em mim e gosto, se estiver nessa posição, de os ajudar. Só não gosto de ser manipulada. Porque sei quando o estou a ser, porque acho que não vale a pena, porque enfurece-me, porque respeito é algo que prezo.

Mas mesmo assim há um sentimento, ou um adjectivo que me define ainda mais: fidelidade, o que me impede e impele a fazer o que acho correcto para com aqueles que gosto e que têm a minha amizade.  

A verdade na história de vida de cada um de nós é que esta não é e nem nunca será unilateral, nem absoluta, nem única, é aquilo que sentimos face ao que nos vai acontecendo e a forma com interpretamos esses acontecimentos e o que fazemos em relação aos mesmos.

quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

optimismo compensa!

Hoje voltei ao activo, regressei ao trabalho! Estava cheia de saudades de tudo, dos colegas, do stress, da azáfama, da rotina, de tudo e de todos. Estou cansada e feliz!

Sigam o meu exemplo: optimismo compensa e dá frutos!

Bjs